Segurança - Bento Gonçalves: MPRS apoia MPSP em operação contra criminosos gaúchos que aplicam o golpe de nudes

Os alvos são um apenado da Penitenciária Estadual de Bento Gonçalves e o comparsa, que reside no município da Serra gaúcha. A vítima é um paulista, da Capital

24/03/2026 às 17:00

Escrito por: Benito Rosa Site Conceito / Fonte: MPRS

O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), apoiou o CyberGAECO

Bento Gonçalves: MPRS apoia MPSP em operação contra criminosos gaúchos
Bento Gonçalves: MPRS apoia MPSP em operação contra criminosos gaúchos


O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), apoiou o CyberGAECO do Ministério Público de São Paulo (MPSP) em uma operação deflagrada nesta terça-feira, 24 de março, em Bento Gonçalves. O objetivo foi combater o chamado golpe dos nudes aplicado por criminosos gaúchos, bem como, apurar a dimensão do grupo investigado e o número de vítimas.
Foram cumpridos dois mandados de busca para apreender celulares, demais dispositivos eletrônicos e documentos.
Os alvos são um apenado da Penitenciária Estadual de Bento Gonçalves e o comparsa, que reside no município da Serra gaúcha. A vítima é um paulista, da Capital, que foi extorquido pelos investigados. O coordenador estadual do GAECO/MPRS, promotor de Justiça Rogério Meirelles Caldas, destaca que "o combate aos golpes virtuais, principalmente os que realizam extorsões via plataformas digitais para ampliar a criminalidade, faz parte do planejamento estratégico do Ministério Público do Rio Grande do Sul". A operação contou com o apoio do Grupo de Ações Especiais (GAES) da Polícia Penal e da Brigada Militar.
INVESTIGAÇÃO
De acordo com o promotor de Justiça André Luiz Brandão, do CyberGAECO, após o crime, houve uma representação ao MPSP. Com as quebras de sigilo telefônico, telemático e bancário, foi possível descobrir o responsável por auxiliar o presidiário na ocultação dos valores adquiridos. A sequência da investigação foi a identificação do apenado que aplicava o golpe em si. Os crimes apurados são extorsão e lavagem de dinheiro. Para André Luiz Brandão, "a próxima etapa da apuração será encontrar mais envolvidos neste crime, tanto quem aplica o golpe dos nudes quanto quem lava os capitais por meio de depósitos em diversas contas bancárias ou através da aquisição de bens. Já temos indícios de que os responsáveis são bem estruturados e que há vítimas em todo o país".

 

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